Cuándo solicitar
La RM craneal es el método más sensible para isquemia aguda (DWI), lesiones desmielinizantes (esclerosis múltiple), epilepsia, demencia, tumores, infecciones del SNC y malformaciones vasculares. En urgencias, la TC sigue siendo primera línea por rapidez; la RM completa el estudio.
Qué evaluar
- Difusión (DWI/ADC): restricciones agudas y patrón de distribución vascular.
- FLAIR: lesiones de sustancia blanca, patrón de distribución en EM (McDonald).
- T1 con gadolinio: realce focal, patrón (anular, sólido, leptomeníngeo).
- Secuencias de susceptibilidad (SWI/SWAN): microhemorragias, depósitos.
- Estructuras profundas, fosa posterior, silla turca, base del cráneo.
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Técnica:
TEC 1 – SC: Exame realizado com aquisições multiplanares pelas técnicas de spin-echo pesada em T1 (sem meio de contraste), turbo spin-echo pesada em T2, ecoplanar pesada em difusão (DWI) e técnicas FLAIR e SWAN.
TEC 2 – CC: Exame realizado com aquisições multiplanares pelas técnicas de spin-echo pesada em T1 (antes e após a administração endovenosa do meio de contraste paramagnético - gadolínio), turbo spin-echo pesada em T2, ecoplanar pesada em difusão (DWI) e técnicas FLAIR e SWAN.
Análise:
- Sistema ventricular: leve alargamento dos ventrículos supratentoriais, preservando morfologia e simetria.
- Sulcos corticais e cisternas basais: leve / moderado alargamento difuso, #### sem um predomínio lobar evidente #### com predomínio nas regiões . Não há sinais hipertensivos dos espaços liquóricos.
#### - Hipocampos: sinais de alargamento das fissuras coroidéias, #### aumento da amplitude dos cornos temporais dos ventrículos laterais e #### redução da altura dos hipocampos. Os achados são mais pronunciados à #### direita #### esquerda.
- Parênquima encefálico: #### raros e diminutos focos de hipersinal em T2 / FLAIR na substância branca periventricular e subcortical bilateral, sem realce pós-contraste ou restrição à difusão, inespecíficos.
#### múltiplos focos / áreas de hipersinal em T2 / FLAIR por vezes confluentes na substância branca supratentorial, predominando nas regiões periventriculares e nas coroas radiadas / centros semi-ovais, inespecíficos. #### Focos similares na ponte.
#### Focos com sinal liquórico nas regiões nucleocapsulares e tálamos, que podem representar espaços perivasculares amplos e/ou lacunas.
#### Pequenas sequelas isquêmicas nos hemisférios cerebelares.
- Áreas de restrição à difusão: ausentes.
#### - Realces focais anômalos: Ausentes.
Comparação: Estudos anteriores não disponíveis para a análise.
Conclusão:
Discreto alargamento dos espaços liquóricos, dentro dos parâmetros da normalidade para o grupo etário. #### OU #### Alterações volumétricas encefálicas, que podem ser encontradas nesta faixa etária.
#### Raros e diminutos #### Múltiplos focos de alteração de sinal na substância branca supratentorial, inespecíficos, mais comumente relacionados à gliose por microangiopatia.
#### Espaços perivasculares amplos e/ou lacunas nucleocapsulares e nos tálamos.
#### Pequenas sequelas isquêmicas nos hemisférios cerebelares.
Cómo usar
- Sustituye cada [...] por la medición o el descriptor del examen.
- Adapta la conclusión a tu protocolo de servicio antes de firmar.
- Usa el modelo como punto de partida — no como reemplazo de la revisión médica.
- En Laudos.AI, dicta los hallazgos en habla natural y la IA estructura un texto en este formato para revisión.
Preguntas frecuentes
- Restricción DWI aislada en isquemia aguda — ¿ventana útil?
- La restricción aparece en minutos a horas y persiste por días a semanas. El ADC se pseudonormaliza alrededor de 7–10 días — correlacionar siempre con FLAIR (mismatch DWI/FLAIR puede estimar la ventana).
- Esclerosis múltiple — ¿criterios actuales?
- McDonald 2017: diseminación en espacio (lesiones en ≥ 2 de 4 topografías típicas) y en tiempo (lesiones realzantes y no realzantes simultáneas, o nueva lesión en RM de seguimiento).
- ¿Cuándo solicitar perfusión / espectroscopia?
- Para caracterizar tumores cerebrales (gradación de gliomas), diferenciar recidiva vs radionecrosis y sospecha de enfermedad metabólica.
Referencias
- Thompson AJ et al., Lancet Neurol 2018 (McDonald 2017).
- Powers WJ et al., Stroke 2019.