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Protocolo de Exame

RM de Ombro para Avaliação do Manguito Rotador

Dor no ombro, suspeita de lesão do manguito rotador, impacto subacromial

RMOmbro

Indicacoes clinicas

  • Dor no ombro, suspeita de lesão do manguito rotador, impacto subacromial

Preparacao do paciente

1

Não requer jejum

2

Remover todos os objetos metálicos

3

Posicionar em decúbito dorsal com o braço em rotação neutra ao longo do corpo

4

Bobina dedicada de ombro (shoulder coil)

5

Palma da mão voltada para cima (leve rotação externa)

Protocolo passo a passo

1

Localizador 3 planos

Localizador rápido. Planejar os cortes oblíquos com base na anatomia da escápula.

2

Coronal oblíquo T2 com saturação de gordura

Plano coronal oblíquo paralelo ao tendão supraespinal. Principal sequência para avaliação do manguito rotador.

espessura: 3-4 mm | gap: 0.3 mm | FOV: 160-180 mm | angulação: Paralelo ao supraespinal

3

Coronal oblíquo T1

Coronal oblíquo T1 para avaliação anatômica, degeneração gordurosa do manguito e músculo.

espessura: 3-4 mm | gap: 0.3 mm

4

Sagital oblíquo T2 com saturação de gordura

Sagital oblíquo perpendicular ao supraespinal. Avaliação da extensão ântero-posterior das lesões e degeneração gordurosa muscular.

espessura: 3-4 mm | gap: 0.3 mm | angulação: Perpendicular ao supraespinal

5

Axial T2 com saturação de gordura

Axial T2 fat sat do acrômio à axila. Avaliação do tendão subescapular, bíceps, labrum e cápsula.

espessura: 3-4 mm | gap: 0.3 mm | FOV: 160-180 mm

6

Axial T1

Axial T1 complementar para anatomia e avaliação do labrum glenoidal.

espessura: 3-4 mm

7

Sagital oblíquo T1 (opcional)

T1 sagital oblíquo para avaliação da degeneração gordurosa dos músculos do manguito (classificação Goutallier).

espessura: 3-4 mm

Parametros tecnicos

ParametroValor
Campo magnético1.5T ou 3T
BobinaShoulder coil dedicada
Espessura3-4 mm
FOV160-180 mm
Matriz256 x 256 ou superior
Gap0.3 mm
Plano principalCoronal oblíquo (paralelo ao supraespinal)
Tempo total25-35 minutos

Dicas praticas

Classificar lesões em: tendinopatia, lesão parcial (articular/bursal/intrassubstancial) ou lesão completa (espessura total)

Medir retração e gap da lesão em espessura total — influencia decisão cirúrgica

Avaliar degeneração gordurosa muscular pela classificação de Goutallier (0 a 4) nos cortes sagitais T1

Sempre avaliar: supraespinal, infraespinal, subescapular, tendão do bíceps (porção longa) e labrum

Descrever morfologia acromial: tipo I (plano), II (curvo), III (gancho) — impacto subacromial

Ângulo mágico a 55° pode causar hipersinal tendíneo no T1 e DP simulando tendinopatia — confirmar em T2

Tendinopatia insercional do supraespinal com hipersinal em T2 pode ser confundida com lesão parcial bursal

Lesão do subescapular é frequentemente subdiagnosticada — avaliar cuidadosamente nos cortes axiais

Derrame articular moderado pode dificultar a diferenciação entre lesão parcial articular e espessura total

Degeneração gordurosa grau 3-4 de Goutallier contraindica reparo cirúrgico em muitos protocolos

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