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Plantilla de Informe de Angiografia por Ressonância Magnética Cerebral: Modelo Estructurado · São Paulo

Plantilla de informe estructurado para Angiografia por Ressonância Magnética Cerebral: hallazgos normales y patológicos listos para copiar y personalizar. Modelo de referencia para equipos de radiología en São Paulo.

RMEncéfaloAngiografia por Ressonância Magnética Cerebral

TÉCNICA

Angiografia por ressonância magnética dos vasos intracranianos realizada em equipamento de 1,5T / 3,0T:
- Angio-RM arterial por técnica TOF 3D (time-of-flight), com reconstruções MIP nos três planos e renderização volumétrica.
- Angio-RM venosa por técnica de contraste de fase 2D (quando solicitada).
Sem administração de contraste.

ACHADOS

Angio-RM arterial:
Artérias carótidas internas intracranianas (segmentos C1-C7) pérvias, de calibre e trajeto normais bilateralmente.
Artérias cerebrais anteriores (segmentos A1-A2): pérvias, calibre simétrico. Artéria comunicante anterior identificada.
Artérias cerebrais médias (segmentos M1-M4): pérvias bilateralmente, com ramificação habitual. Sem estenoses.
Artérias cerebrais posteriores (segmentos P1-P2): pérvias, calibre habitual bilateralmente.
Artérias vertebrais intracranianas: pérvias, com codominância / discreta dominância à esquerda (variante anatômica habitual).
Tronco basilar de calibre e trajeto normais.
Circuito arterial da base (polígono de Willis) com configuração habitual.
Não se identificam aneurismas, malformações arteriovenosas ou fístulas.

Angio-RM venosa (quando realizada):
Seios durais (sagital superior, transversos, sigmoides e reto) pérvios, com fluxo preservado.
Veias cerebrais internas e veia de Galeno pérvias.
Sem sinais de trombose venosa cerebral.

IMPRESSÃO

Angio-RM arterial intracraniana sem alterações. Artérias pérvias, sem estenoses, aneurismas ou malformações vasculares.
Angio-RM venosa (quando realizada) sem sinais de trombose venosa cerebral.

Dicas de personalizacao

Descreva aneurismas com dimensões (maior eixo x menor eixo), tamanho do colo, orientação e relação com ramos adjacentes.

Utilize a nomenclatura segmentar padronizada (Fischer para ACI: C1-C7; A1-A2 para ACA; M1-M4 para ACM).

Mencione variantes anatômicas relevantes do polígono de Willis (hipoplasia A1, PComm fetal, etc.).

Em TOF, artefatos de fluxo podem simular estenose — correlacione com sequências anatômicas.

Fale naturalmente e mantenha a mesma máscara do laudo

Use templates institucionais ou pessoais, fale os achados livremente e deixe o modelo próprio da LAUDOS.AI, validado no LaudosAI Bench, estruturar descrição, conclusão e diretrizes com consistência.

Gratuito para sempre no plano Free. Sem compromisso.