Plantilla de informe

Plantilla de informe — Tomografía computarizada de abdomen total LI RADS pre tratamiento

Plantilla de informe de tomografía computarizada de abdomen total LI RADS pre tratamiento — cuerpo clínico en pt-BR con marcadores [...] para los hallazgos específicos del examen.

Cuándo solicitar

La TC abdominal es el método de elección para dolor abdominal agudo (apendicitis, diverticulitis, isquemia, perforación), pancreatitis complicada, litiasis urinaria (sin contraste), estadificación oncológica y trauma abdominal estable. Para caracterizar lesión hepática focal, la RM hepatobiliar suele ser superior.

Qué evaluar

  • Vísceras sólidas: tamaño, atenuación, lesiones focales, realce.
  • Asas intestinales: calibre, espesor parietal, contenido, signos inflamatorios.
  • Vías urinarias: cálculos, hidronefrosis, defectos de llenado.
  • Vasos: aorta, mesentéricas, porta — calibre, trombosis, oclusiones.
  • Ganglios, ascitis, aire libre, colecciones.

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INSTRUÇÕES: - Medidas não devem ser realizadas na fase arterial - Em análises comparativas, descrever se houve ou não crescimento da lesão, bem como se houve ou não redução de suas dimensões (atentar par os critérios de crescimento acima do limiar >50% em 6 meses ou menos). - Caso possua critérios auxiliares, descrevê-los: “Nódulo dentro de nódulo”, “Arquitetura em mosaico”, “Depósitos de gordura e/ou hemossiderina”, “realce em corôa ”, sangramento intra-lesional (critério auxiliar não eleve de LR4 → LR5). - Todas as lesões descritas no exame BASELINE devem ser descritas nos controles (se não for caracterizada - deixar descrito que a lesão não é caracterizada no presente estudo). - LR-M sempre descrever a principal hipótese da sua etiologia. - LR-TV descrever a principal hipótese da sua etiologia. - Sempre diferenciar entre trombose hemática e tumoral. Técnica: Obtidas imagens axiais por metodologia multislice, antes e após a injeção intravenosa do meio de contraste. Análise: - Transição toracoabdominal: bases pulmonares de aspecto preservado. - Fígado: sinais de hepatopatia crônica caracterizada por redução das dimensões hepáticas, hipertrofia dos segmentos laterais do lobo esquerdo e do lobo caudado, alargamento das fissuras, contornos lobulados e parênquima heterogêneo. OU - Fígado: de dimensões e contornos preservados. Caracterizam-se as seguintes lesões focais: Lesão 1: Nódulo no segmento , medindo cm, hipervascularizada sem hipervascularização / com sem lavagem do meio de contraste / com cápsula com realce / com crescimento acima do limiar (LI-RADS ). Utilizados critérios auxiliares para elevar / rebaixar de categoria - descrever qual critério auxiliar. Lesão 2: Nódulo no segmento , medindo cm, hipervascularizada sem hipervascularização / com sem lavagem do meio de contraste / com cápsula com realce / com crescimento acima do limiar (LI-RADS ). Utilizados critérios auxiliares para elevar / rebaixar de categoria - descrever qual critério auxiliar. Lesão 3: Nódulo no segmento , medindo cm, hipervascularizada sem hipervascularização / com sem lavagem do meio de contraste / com cápsula com realce / com crescimento acima do limiar (LI-RADS ). Utilizados critérios auxiliares para elevar / rebaixar de categoria - descrever qual critério auxiliar. Lesão 4: ….. - Vascularização hepática: veias hepáticas e porta pérvias. Não há sinais de trombose tumoral. (sempre diferenciar trombose hemática de tumoral → colocar no laudo as características de trombose tumoral: em continuidade com a lesão xxx com realce ao meio de contraste - LR-TIV) Descrever variações anatômicas. Tronco celíaco sem variações anatômicas. Artéria hepática esquerda com origem na artéria gástrica esquerda / Artéria hepática direita com origem na artéria mesentérica superior. Ausência de circulação colateral. XXXX Sinais de hipertensão portal com vasos colaterais de fino calibre periesofágicos, perigástricos e periesplênicos. Recanalização da veia para-umbilical. - Vias biliares: não há dilatação das vias biliares. - Ascite: pequena XXXX moderada acentuada quantidade de líquido livre na cavidade. - Baço: normal. Esplenomegalia (índice esplênico - normal de até 480). Demais achados: - Transição toracoabdominal: bases pulmonares de aspecto preservado. - Pâncreas: dimensões normais e atenuação preservada. Não há dilatação do ducto pancreático principal. - Rins: dimensões normais e espessura do parênquima preservada. Não há cálculos ou hidronefrose. - Adrenais: sem nódulos. - Alças intestinais: alças do intestino delgado e grosso sem particularidades ao método. - Peritôneo e retroperitôneo: ausência de linfonodomegalias. - Vasos: aorta e veia cava inferior de calibre e morfologia habitual. - Bexiga: sem particularidades ao método. - Demais estruturas pélvicas: sem particularidades ao método. - Partes moles e estruturas ósseas: sem alterações significativas. Comparação: Não há exames anteriores disponíveis para comparação. Conclusão: Sinais de hepatopatia crônica. Nódulo hepático com / sem características de carcinoma hepatocelular - LIRADS - X. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- https://www.acr.org/-/media/ACR/Files/RADS/LI-RADS/Translations/LI-RADS-2018-CT-MRI-Core-Portuguese.pdf?la=en *LI-RADS® v2017 ACR CT/MRI Core LI-RADS NC = Lesão não classificável devido degradação ou omissão. LI-RADS M = Lesão provável ou definitivamente maligna, não específica para CHC. LI-RADS TIV = Definitiva trombose tumoral venosa. LI-RADS 5 = Definitivamente CHC. LI-RADS 4 = Provavelmente CHC. LI-RADS 3 = Observação indeterminada. LI-RADS 2 = Observação provavelmente benigna. LI-RADS 1 = Observação definitivamente benigna.
Plantilla en portugués brasileño (lenguaje clínico de informe). Adáptala al protocolo del servicio. No es consejo médico — el médico revisa, edita y firma.

Cómo usar

  • Sustituye cada [...] por la medición o el descriptor del examen.
  • Adapta la conclusión a tu protocolo de servicio antes de firmar.
  • Usa el modelo como punto de partida — no como reemplazo de la revisión médica.
  • En Laudos.AI, dicta los hallazgos en habla natural y la IA estructura un texto en este formato para revisión.

Preguntas frecuentes

¿Cuándo sin contraste y cuándo con contraste?
Sin contraste: litiasis urinaria, sospecha de hemorragia aguda, control de cálculo. Con contraste IV: apendicitis, diverticulitis, isquemia mesentérica, estadificación, absceso. La fase venosa portal es el estándar para abdomen.
¿Cuándo preferir RM sobre TC?
Caracterización de lesión hepática focal (especialmente cirrosis / LI-RADS), vías biliares (colangio-RM), endometriosis profunda, lesión pélvica compleja y gestantes.
Apendicitis — ¿sensibilidad?
La TC con contraste tiene > 95% de sensibilidad y > 95% de especificidad para apendicitis aguda en adultos — superior a la ecografía y a la evaluación clínica aislada.

Referencias

  • ACR Appropriateness Criteria — Right Lower Quadrant Pain.
  • Eisenhauer EA et al., Eur J Cancer 2009 (RECIST 1.1).

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