Modelo de laudo

Modelo de laudo — Ultrassonografia de varizes

Modelo de laudo de ultrassonografia de varizes — texto clínico em pt-BR com placeholders [...] para preencher os achados específicos do exame.

Quando indicar

Doppler vascular avalia patência, direção e velocidade do fluxo arterial e venoso. Indicado para suspeita de TVP, insuficiência venosa, doença arterial periférica, estenoses carotídeas e seguimento pós-revascularização.

O que avaliar

  • Compressibilidade venosa segmentar (TVP — perda de compressibilidade).
  • Onda venosa: fasicidade respiratória, augmento à manobra distal.
  • Doppler espectral arterial: morfologia, picos sistólicos, índices.
  • Refluxo venoso > 0,5 s (superficial) ou > 1,0 s (profundo).
  • Estenoses: relação de velocidades, jato e morfologia da placa.

Modelo interativo

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Sistema venoso profundo: Veias femorais, poplíteas, tibiais e fibulares pérvias, com calibres normais e parede e compressibilidade preservadas, sem tromboses. Crossas das veias safenas magnas e parvas pérvias, sem tromboses. Não houve refluxo às manobras sensibilizadoras. Ao estudo Doppler, o padrão espectral e as velocidades estão preservados. Sistema venoso superficial: Veias safenas magnas e parvas pérvias, com calibres normais e parede e compressibilidade preservadas, sem tromboses. Não há sinais de incompetência valvar às manobras de compressão e Valsalva. Não foram detectadas veias perfurantes incompetentes. Veia perfurante insuficiente na face posterior medial da perna , a cerca de cm da planta do pé. Calibres das veias safenas magnas (planos da crossa, terço inferior da coxa e terço inferior da perna, respectivamente): - Direita: cm; cm; cm. - Esquerda: cm; cm; cm. Conclusão: - Veias analisadas com aspecto ultrassonográfico e ao Doppler dentro dos limites da normalidade. - Veia safena magna discretamente dilatada na coxa, competente. - Varizes superficiais. - Veias perfurantes incompetentes, acima descritas. - Veia safena magna dilatada, com refluxo significativo da junção safeno-femoral até o terço inferior da coxa. - Veia safena magna dilatada e tortuosa, incompetente em todo o membro , com colateral calibrosa na porção proximal da coxa drenando o refluxo. - Tromboflebite da safena magna parva . - Junção safeno-poplítea não caracterizada, continuando-se pela extensão cranial da safena parva. - Sinais de safenectomia . - Veia safena magna não caracterizada no seu trajeto habitual da interlinha do joelho até o terço médio da perna, continuando-se neste segmento por veia colateral superficial que se encontra insuficiente.
Modelo em português (linguagem clínica de laudo). Adapte ao protocolo do serviço. Não é orientação médica — o médico revisa, edita e assina.

Como usar

  • Substitua cada [...] pela medida ou descritor do exame.
  • Adapte a conclusão ao protocolo do seu serviço antes de assinar.
  • Use o modelo como ponto de partida — não como substituto da revisão médica.
  • Na Laudos.AI, dite os achados em fala natural e a IA estrutura o texto neste formato para revisão.

Perguntas frequentes

Estenose carotídea — qual o critério velocimétrico?
Pelos critérios da SRU (Society of Radiologists in Ultrasound, 2003), estenose < 50%: PSV < 125 cm/s; 50–69%: PSV 125–230 cm/s; ≥ 70%: PSV > 230 cm/s. Confirmar com relação ACI/ACC e diâmetro residual.
TVP — quando o estudo é negativo, repetir?
Em alta probabilidade clínica com US negativo, considerar repetir em 5–7 dias ou angio-TC. Em baixa probabilidade com D-dímero negativo, geralmente afasta-se TVP sem repetir.
Refluxo venoso superficial — limiar?
Tempo de refluxo > 0,5 s nas veias superficiais (safena magna/parva, tributárias) e > 1,0 s nas profundas, com manobra de Valsalva ou compressão distal.

Referências

  • Grant EG et al., Radiology 2003 (SRU carotid criteria).
  • Bates SM et al., Chest 2012 (CHEST guideline on DVT).

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