A ultrassonografia é operador-dependente — a qualidade do exame depende diretamente da sua técnica. Pratique sistematicamente: posicionamento do transdutor, ajuste de ganho, profundidade, foco e Doppler.
Domine a janelagem para cada exame: subcostal para fígado, intercostal para baço e rins, suprapúbica para bexiga e pelve. Cada estrutura tem uma abordagem ótima.
Na ultrassonografia abdominal, siga uma sequência padronizada: fígado (incluindo veias hepáticas e porta), vesícula e vias biliares, pâncreas, baço, rins, aorta e bexiga. Não pule etapas.
Aprenda os artefatos ultrassonográficos e use-os a seu favor: sombra acústica posterior (cálculos), reforço acústico posterior (cistos), reverberação (ar), e artefato de cauda de cometa (colesterol na vesícula).
Para Doppler, o ângulo de insonação é crucial — mantenha <60° para medidas de velocidade confiáveis. Um ângulo de 0° superestima a velocidade e >60° subestima.
A elastografia (shear wave e strain) é uma ferramenta cada vez mais importante. Aprenda os valores de corte para fibrose hepática e as aplicações em tireoide e mama — é um diferencial no mercado.
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Structured reports
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