Em radiologia pediátrica, a idade do paciente muda completamente o diagnóstico diferencial. Um neonato, um lactente, uma criança e um adolescente têm patologias distintas — sempre considere a faixa etária.
A proteção radiológica é prioridade absoluta. Familiarize-se com protocolos de baixa dose pediátrica e sempre questione se um método sem radiação (US, RM) pode substituir TC ou fluoroscopia.
Na radiografia de tórax pediátrica, o timo pode simular mediastino alargado, especialmente em lactentes. Aprenda a reconhecer o "sinal da vela" e o "sinal da onda" do timo normal.
US transfontanelar é uma habilidade essencial — pratique a avaliação de hemorragia periventricular/intraventricular em prematuros usando a classificação de Papile (graus I-IV).
Para displasia do quadril, domine o método de Graf (ângulos alfa e beta) no US — a técnica padronizada é fundamental para resultados reprodutíveis e classificação correta.
Mantenha um alto índice de suspeita para maus-tratos infantis. Fraturas metafisárias clássicas (corner fractures), costelas posteriores e padrão de fraturas em diferentes estágios são altamente sugestivos.
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