Como diferenciar fratura vertebral aguda de crônica na RM?
Na RM, fraturas agudas apresentam hipossinal em T1 e hipersinal em T2/STIR (edema da medula óssea). Fraturas crônicas mostram sinal normal ou hipersinal em T1 (medula gordurosa/esclerose) sem edema em STIR. A presença de edema em STIR indica fratura com menos de 2-3 meses de evolução.
Quais sinais sugerem fratura patológica versus osteoporótica?
A classificação AO Spine divide em: Tipo A (compressão) - A0 a A4, do colapso mínimo à fratura em explosão (burst); Tipo B (distração) - lesão do complexo ligamentar posterior (B1-B3); Tipo C (translação/rotação) - deslocamento. Modificadores neurológicos (N0-N4) e modificadores clínicos (M1-M2) complementam a classificação para decisão terapêutica.
RM é indicada quando: há déficit neurológico para avaliar compressão medular/radicular; suspeita de fratura patológica; necessidade de determinar acuidade da fratura (aguda vs crônica); avaliação do complexo ligamentar posterior (classificação B/C); planejamento de vertebroplastia/cifoplastia; e quando a TC não explica a sintomatologia do paciente.
O sinal do vácuo (vacuum cleft sign) é uma coleção gasosa linear dentro do corpo vertebral fraturado, mais bem visualizado na TC ou radiografia em extensão. É altamente sugestivo de necrose avascular (osteonecrose) de Kümmel e indica fratura não consolidada. Pode guiar a indicação de vertebroplastia percutânea.
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