Como medir corretamente o aneurisma de aorta abdominal?
Indicação de reparo (endovascular ou cirúrgico): diâmetro ≥5,5 cm em homens ou ≥5,0 cm em mulheres; crescimento >1 cm/ano ou >0,5 cm em 6 meses; aneurisma sintomático (dor abdominal/lombar); e ruptura (emergência). Formato sacular tem maior risco de ruptura que fusiforme para mesmo diâmetro. Considerar anatomia para decisão entre EVAR e cirurgia aberta.
Sinais de ruptura iminente/contida na TC: sinal do crescente hiperdenso (crescent sign - sangue agudo na parede/trombo mural), descontinuidade focal da calcificação circunferencial, aumento rápido de tamanho, irregularidade do contorno (bleb/blister), líquido periaórtico ou retroperitoneal. A ruptura franca mostra hematoma retroperitoneal ou hemoperitôneo.
Protocolo pós-EVAR: angiotomografia em 1 mês, 6 meses, 12 meses e depois anual. Avaliar: endoleak (I - fixação, II - colaterais, III - juncional, IV - porosidade, V - endotensão), migração da endoprótese (>5 mm), kinking, fratura de hastes, e evolução do saco aneurismático. Redução do saco indica sucesso; crescimento >5 mm indica endoleak significativo.
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