Quando indicar
Doppler vascular avalia patência, direção e velocidade do fluxo arterial e venoso. Indicado para suspeita de TVP, insuficiência venosa, doença arterial periférica, estenoses carotídeas e seguimento pós-revascularização.
O que avaliar
- Compressibilidade venosa segmentar (TVP — perda de compressibilidade).
- Onda venosa: fasicidade respiratória, augmento à manobra distal.
- Doppler espectral arterial: morfologia, picos sistólicos, índices.
- Refluxo venoso > 0,5 s (superficial) ou > 1,0 s (profundo).
- Estenoses: relação de velocidades, jato e morfologia da placa.
Modelo interativo
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- Parede da bolsa testicular: com espessura normal.
- Testículos: tópicos, com morfologia normal, contornos regulares e ecotextura homogênea. Volumes testiculares de cc à direita e cc à esquerda. Vascularização preservada.
- Epidídimos: com dimensões normais e ecotextura característica, exibindo vascularização preservada.
- Líquido na bolsa testicular: em volume fisiológico.
- Plexos pampiniformes: com veias de calibres normais, sem refluxo significativo às manobras de esforço.
Conclusão:
- Exame da bolsa testicular com Doppler sem achados significativos.
Como usar
- Substitua cada [...] pela medida ou descritor do exame.
- Adapte a conclusão ao protocolo do seu serviço antes de assinar.
- Use o modelo como ponto de partida — não como substituto da revisão médica.
- Na Laudos.AI, dite os achados em fala natural e a IA estrutura o texto neste formato para revisão.
Perguntas frequentes
- Estenose carotídea — qual o critério velocimétrico?
- Pelos critérios da SRU (Society of Radiologists in Ultrasound, 2003), estenose < 50%: PSV < 125 cm/s; 50–69%: PSV 125–230 cm/s; ≥ 70%: PSV > 230 cm/s. Confirmar com relação ACI/ACC e diâmetro residual.
- TVP — quando o estudo é negativo, repetir?
- Em alta probabilidade clínica com US negativo, considerar repetir em 5–7 dias ou angio-TC. Em baixa probabilidade com D-dímero negativo, geralmente afasta-se TVP sem repetir.
- Refluxo venoso superficial — limiar?
- Tempo de refluxo > 0,5 s nas veias superficiais (safena magna/parva, tributárias) e > 1,0 s nas profundas, com manobra de Valsalva ou compressão distal.
Referências
- Grant EG et al., Radiology 2003 (SRU carotid criteria).
- Bates SM et al., Chest 2012 (CHEST guideline on DVT).