Quando indicar
RM musculoesquelética avalia lesões internas articulares (meniscos, ligamentos, labrum), tendinopatias e roturas, lesões osteocondrais, edema medular ósseo, lesões pré-cirúrgicas e seguimento pós-operatório. Padrão para análise de tecidos moles.
O que avaliar
- Estruturas ósseas: sinal medular, lesões focais, edema, fraturas ocultas.
- Cartilagem articular: alterações focais, fissuras, lesões osteocondrais.
- Estruturas tendinoligamentares: integridade, espessura, rotura parcial/total.
- Estruturas meniscais/labrais: roturas, formato, periferia.
- Derrame e sinovite, partes moles adjacentes.
Modelo interativo
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Técnica:
Foram obtidas imagens multiplanares ponderadas em T1 e T2, sem a administração intravenosa do meio de contraste paramagnético (gadolínio). Protocolo dirigido para avaliação da placenta.
Análise:
D.U.M: XXXX.
I.G.: semanas.
- Bexiga: com média repleção, sem particularidades.
- Útero: gravídico com feto único, em situação longitudinal, apresentação cefálica pélvica e com dorso à direita esquerda anterior posterior.
- Placenta: homogênea heterogênea, de inserção anterior posterior lateral direita lateral esquerda fúndica, com espessura média de cm.
Escolher dentre as 3 opções abaixo:
Placenta prévia, recobrindo o orificio interno do colo (OCI).
Placenta de inserção baixa (distância ≤ 2 cm do OCI, mas não o recobre).
A margem inferior da placenta dista cm do OCI.
Escolher dentre as 2 opções abaixo:
A interface entre o cório e o miométrio mantem-se preservada ao método, não se caracterizando sinais definitivos de acretismo placentário no estudo atual.
Sinais sugestivos de acretismo placentário caracterizados por heterogeneidade placentária, com bandas hipointensas em T2, retração placentária lobulação uterina, vascularização placentária anormal hipervascularização da subserosa, indefinição da interface placentomiometrial e afilamento miometrial.
- Colo uterino: com comprimento de cm. Orifício interno do colo uterino fechado aberto, sem com protrusão das membranas amnióticas e de líquido aminótico.
- Ovários: com forma, dimensões, contornos e intensidade de sinal normais. Ausência de massas em fossas anexiais.
- Rins e bexiga maternos: sem particularidades.
- Partes moles e estruturas ósseas: sem alterações significativas.
Comparação:
Exames anteriores não disponíveis para a análise.
Conclusão:
Estudo de RM da placenta dentro dos limites da normalidade.
Exame com baixa intermediária alta probabilidade para acretismo placentário.
Como usar
- Substitua cada [...] pela medida ou descritor do exame.
- Adapte a conclusão ao protocolo do seu serviço antes de assinar.
- Use o modelo como ponto de partida — não como substituto da revisão médica.
- Na Laudos.AI, dite os achados em fala natural e a IA estrutura o texto neste formato para revisão.
Perguntas frequentes
- Edema medular ósseo — quando é relevante?
- Edema medular pode indicar fratura por estresse, lesão osteocondral, sinovite ativa, infecção, neoplasia ou inflamação crônica (síndrome do edema medular transitório). Sempre correlacionar com clínica e padrão.
- Artroressonância — quando indicar?
- Avaliação detalhada de labrum (ombro, quadril), ligamento escafossemilunar, ligamentos do cotovelo e tornozelo. Não é rotineira — avaliar caso a caso conforme suspeita.
- RM versus US para tendões — quando cada um?
- US: estudo dinâmico, infiltração guiada, tendinopatia superficial, custo. RM: tendões profundos, lesão associada óssea/cartilaginosa, pré-cirúrgico, complicações pós-operatórias.
Referências
- ESSR & ACR consensus papers on MSK MRI protocols.