Modelo de laudo

Modelo de laudo — Ressonância magnética de pelve neoplasia de reto

Modelo de laudo de ressonância magnética de pelve neoplasia de reto — texto clínico em pt-BR com placeholders [...] para preencher os achados específicos do exame.

Quando indicar

RM musculoesquelética avalia lesões internas articulares (meniscos, ligamentos, labrum), tendinopatias e roturas, lesões osteocondrais, edema medular ósseo, lesões pré-cirúrgicas e seguimento pós-operatório. Padrão para análise de tecidos moles.

O que avaliar

  • Estruturas ósseas: sinal medular, lesões focais, edema, fraturas ocultas.
  • Cartilagem articular: alterações focais, fissuras, lesões osteocondrais.
  • Estruturas tendinoligamentares: integridade, espessura, rotura parcial/total.
  • Estruturas meniscais/labrais: roturas, formato, periferia.
  • Derrame e sinovite, partes moles adjacentes.

Modelo interativo

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(ESTADIAMENTO DE CÂNCER DE RETO) Técnica: Foram obtidas imagens multiplanares ponderadas em T1 e T2, sem com a administração intravenosa do meio de contraste paramagnético (gadolínio). Análise: - Reto: lesão expansiva , conteúdo mucinoso, distando ____ cm da borda anal e cuja margem distal encontra-se ____ cm do anel anorretal. Estende-se por ___ cm e encontra-se reflexão peritoneal. A borda infiltrativa do tumor localiza-se de ___ h até ___ h. A lesão camada muscular própria (, destacando-se extensão extramural de ___ mm.) Estadio: rmT1 T2 T3a (<1 mm) T3b (1-5 mm) T3c (5-15 mm) T3d (>15 mm) T4 visceral T4 peritoneal. - Avaliação esfincteriana para tumores de reto baixo, no plano ou abaixo do anel anorretal: Extensão para a camada submucosa ou parte da espessura da muscular própria: plano interesfincteriano / mesorretal seguro, fáscia mesorretal livre Extensão à espessura total da muscular própria: plano interesfincteriano / mesorretal em risco. Extensão ao plano interesfincteriano: plano interesfincteriano / mesorretal em risco. Extensão ao esfíncter externo: plano interesfincteriano / mesorretal em risco. Extensão além do esfíncter externo, no tecido isquioanal: plano interesfincteriano / mesorretal em risco. - Linfonodos mesorretais: não suspeitos (sem critérios para acometimento secundário). com sinal heterogêneo bordas irregulares, em número de . - Invasão venosa extramural: não há. de vasos de calibre. - Margem de ressecção circunferencial (CRM): menor margem por disseminação direta do tumor invasão vascular extramural depósito tumoral, às h. Distância mínima à fáscia mesorretal: mm; fáscia mesorretal livre envolvida. - Implantes peritoneais: não há. - Linfonodos laterais pélvicos: de aspecto reacional / benigno. suspeitos para malignidade nas cadeias obturatória ilíaca interna externa direita esquerda. Demais achados: - Bexiga: com moderada repleção e paredes regulares. - Próstata: de contornos regulares, sem particularidades nesse protocolo. - Vesículas seminais: com dimensões e sinal preservados. - Útero: em anteversoflexão, com dimensões normais e contornos regulares. Mede: cerca de cm; volume estimado em cc. Miométrio: Sinal homogêneo, sem nódulos. Zona juncional: de espessura normal, sem cistos subendometriais ou focos hemáticos. Endométrio: homogêneo e com espessura de cm - Ovários: tópicos, de dimensões normais. Não há cistos com conteúdo hemático ou endometriomas. - Líquido intraperitoneal livre: Não há. - Partes moles e estruturas ósseas: sem alterações evidentes pelo protocolo. Comparação: Não há exames anteriores disponíveis para comparação. Conclusão: Estadiamento por rm T N . Fáscia mesorretal livre comprometida. Invasão vascular extramural positiva negativa.
Modelo em português (linguagem clínica de laudo). Adapte ao protocolo do serviço. Não é orientação médica — o médico revisa, edita e assina.

Como usar

  • Substitua cada [...] pela medida ou descritor do exame.
  • Adapte a conclusão ao protocolo do seu serviço antes de assinar.
  • Use o modelo como ponto de partida — não como substituto da revisão médica.
  • Na Laudos.AI, dite os achados em fala natural e a IA estrutura o texto neste formato para revisão.

Perguntas frequentes

Edema medular ósseo — quando é relevante?
Edema medular pode indicar fratura por estresse, lesão osteocondral, sinovite ativa, infecção, neoplasia ou inflamação crônica (síndrome do edema medular transitório). Sempre correlacionar com clínica e padrão.
Artroressonância — quando indicar?
Avaliação detalhada de labrum (ombro, quadril), ligamento escafossemilunar, ligamentos do cotovelo e tornozelo. Não é rotineira — avaliar caso a caso conforme suspeita.
RM versus US para tendões — quando cada um?
US: estudo dinâmico, infiltração guiada, tendinopatia superficial, custo. RM: tendões profundos, lesão associada óssea/cartilaginosa, pré-cirúrgico, complicações pós-operatórias.

Referências

  • ESSR & ACR consensus papers on MSK MRI protocols.

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