Modelo de laudo

Modelo de laudo — Ressonância magnética de abdome total enterorressonancia

Modelo de laudo de ressonância magnética de abdome total enterorressonancia — texto clínico em pt-BR com placeholders [...] para preencher os achados específicos do exame.

Quando indicar

RM hepatobiliar é superior à TC para caracterização de lesão hepática focal (especialmente em fígado cirrótico — LI-RADS), avaliação de vias biliares (colangio-RM), pancreatite crônica, doença de Crohn (entero-RM) e endometriose profunda.

O que avaliar

  • Lesões focais hepáticas: sinal em T1/T2, difusão, padrão de realce dinâmico, fase hepatobiliar (com Primovist).
  • Vias biliares: calibre, falhas de enchimento, anomalias congênitas.
  • Pâncreas: ducto principal, lesões focais, calcificações.
  • Quantificação: gordura hepática (PDFF), ferro hepático (R2*) quando aplicável.
  • Alças intestinais (entero-RM): espessamento, realce, sinais inflamatórios, fístulas.

Modelo interativo

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ENTEROGRAFIA POR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Técnica: Foram obtidas imagens sem com administração intravenosa do meio de contraste paramagnético (gadolínio). Foi administrado meio de contraste neutro por via oral para distensão de alças intestinais. Houve progressão do meio de contraste administrado por via oral até o , com distensão satisfatória das alças delgadas. Análise: - Cirurgias pregressas: - Estômago e duodeno: sem particularidades ao método. - Intestino delgado: com distribuição, calibre e realce mucoso de aspecto usual. Íleo terminal e válvula ileocecal com boa distensão, com aspecto preservado. - Intestino grosso: moldura cólica com calibre e posicionamento habitual, sem lesões focais detectáveis ao método. DII - na presença de acometimento nos segmentos acima descrever dessa maneira: Sinais de doença inflamatória predominantemente ativa inativa e estenosante não estenosante, em segmentos contínuos descontínuos de , destacando-se: - segmento de , com extensão de cm e espessamento parietal ausente leve (3-5 mm) moderado (5-9 mm) acentuado (> 10 mm); - segmento de , com extensão de cm e espessamento parietal ausente leve (3-5 mm) moderado (5-9 mm) acentuado (> 10 mm); Não há há sinais de doença fistulizante ativa inativa. (relatar o tipo e localização da fístula, incluindo fístula perianal). - Peritônio: não há há líquido livre peritoneal, pneumoperitônio ou coleções intra-abdominais. - Mesentério: sem alterações edema da gordura mesentérica, ingurgitamento dos vasos retos, proliferação da gordura mesentérica e linfonodos proeminentes adjacentes aos segmentos envolvidos. - Estruturas ósseas: sacroileíte necrose avascular sem particularidades. Achados adicionais: - Transição toracoabdominal: bases pulmonares de aspecto preservado. - Fígado, pâncreas, baço e adrenais: sem alterações no protocolo do estudo. - Vias biliares: não há dilatação das vias biliares intra ou extra-hepáticas. - Rins: dimensões normais e espessura do parênquima preservada. Não há hidronefrose. - Vasos: aorta, veia cava inferior e veia porta de calibre e morfologia habitual. - Bexiga: sem particularidades ao método - Demais estruturas pélvicas: sem particularidades ao método. - Partes moles: sem alterações significativas. Comparação: Exames anteriores não disponíveis para a análise. Conclusão: Sinais de doença inflamatória predominantemente ativa inativa, estenosante não estenosante e fistulizante não fistulizante, com sem coleções, em segmentos contínuos discontinuos de . Adaptado de: Wildman- Tobriner, B. et al. Structured reporting of CT enterography for inflammatory bowel disease: effect on key feature reporting, accuracy across training levels, and subjective assessment of disease by referring physicians. Abdominal Radiology, 42(9), pp.2243-2250.
Modelo em português (linguagem clínica de laudo). Adapte ao protocolo do serviço. Não é orientação médica — o médico revisa, edita e assina.

Como usar

  • Substitua cada [...] pela medida ou descritor do exame.
  • Adapte a conclusão ao protocolo do seu serviço antes de assinar.
  • Use o modelo como ponto de partida — não como substituto da revisão médica.
  • Na Laudos.AI, dite os achados em fala natural e a IA estrutura o texto neste formato para revisão.

Perguntas frequentes

LI-RADS — quando usar Primovist (gadoxetato)?
Lesão hepatobiliar com fase hepatobiliar específica (20 min pós-injeção) ajuda a caracterizar HCC, hiperplasia nodular focal e metástases. Vantagens em LR-3 e LR-4 com características de washout limítrofe.
Quando RM em pancreatite?
Pancreatite recorrente sem etiologia clara (colangio-RM para microlitíase, anomalias congênitas), pancreatite crônica para mapeamento de ductos e caracterização de lesões císticas pancreáticas.
Quantificação de gordura hepática — qual técnica?
PDFF (proton density fat fraction) com sequências multi-eco é a referência não-invasiva. > 5% indica esteatose; correlacionar com biópsia em estudos clínicos.

Referências

  • ACR LI-RADS v2018 CT/MRI.
  • Reeder SB et al., JMRI 2011 (PDFF).

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