Quando indicar
TC de abdome é o método de escolha para dor abdominal aguda (apendicite, diverticulite, isquemia, perfuração), pancreatite com complicação, litíase urinária (sem contraste), estadiamento oncológico e trauma abdominal estável. Para caracterização de lesão hepática focal, RM hepatobiliar é geralmente superior.
O que avaliar
- Vísceras sólidas: dimensões, atenuação, lesões focais, realce.
- Alças intestinais: calibre, espessura parietal, conteúdo, sinais inflamatórios.
- Vias urinárias: cálculos, hidronefrose, falhas de enchimento.
- Vasos: aorta, mesentéricas, porta — calibre, trombose, oclusões.
- Linfonodos, ascite, ar livre, coleções.
Modelo interativo
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(LAUDO ESTRUTURADO)
Técnica:
Foram obtidas imagens em aparelho multislice antes e após a administração intravenosa do meio de contraste iodado. As imagens analisadas segundo o protocolo RECIST 1.1 (Response Evaluation Criteria in Solid Tumors ).
Data estudo Basleline:
Análise:
Lesões-alvo:
1.
2.
3.
4.
5.
Somatória das lesões-alvo:
Lesões não-alvo:
1.
2.
3.
4.
5.
Novas Lesões:
Estudo baseline Não surgiram novas lesões Surgiram novas lesões
Achados adicionais:
TORAX
- Vasos: aorta e tronco pulmonar com calibres externos preservados.
- Mediastino: não se observam linfonodomegalias.
- Traqueia e árvore brônquica: de calibres normais.
- Pulmões: com atenuação preservada.
- Espaços pleurais: ausência de derrame pleural. Não há pneumotórax.
- Partes moles e estruturas ósseas: sem particularidades ao método.
- Transição cervicotoracica: sem particularidades.
ABDOME
- Fígado: não há lesões focais ou alterações difusas.
- Vias biliares: não há dilatação das vias biliares intra ou extra-hepáticas.
- Pâncreas: dimensões normais e atenuação preservada. Não há dilatação do ducto pancreático principal.
- Baço: normal.
- Rins: tópicos, de dimensões normais, sem cálculos ou hidronefrose.
- Adrenais: sem nódulos.
- Peritôneo e retroperitôneo: ausência de linfonodomegalias ou líquido livre.
- Vasos: aorta, veia cava inferior e veia porta de calibre e morfologia habitual.
- Bexiga: sem particularidades ao método
- Demais estruturas pélvicas: sem particularidades ao método.
- Partes moles e estruturas ósseas: sem alterações significativas.
Como usar
- Substitua cada [...] pela medida ou descritor do exame.
- Adapte a conclusão ao protocolo do seu serviço antes de assinar.
- Use o modelo como ponto de partida — não como substituto da revisão médica.
- Na Laudos.AI, dite os achados em fala natural e a IA estrutura o texto neste formato para revisão.
Classificações relacionadas
Perguntas frequentes
- Quando sem contraste e quando com contraste?
- Sem contraste: litíase urinária, suspeita de hemorragia aguda, controle de cálculo. Com contraste IV: apendicite, diverticulite, isquemia mesentérica, estadiamento, abscesso. Fase venosa portal é a padrão para abdome.
- Quando preferir RM ao TC?
- Caracterização de lesão hepática focal (especialmente cirrose / LI-RADS), avaliação de vias biliares (colangio-RM), endometriose profunda, lesão pélvica complexa e gestantes.
- Apendicite — sensibilidade?
- TC com contraste tem sensibilidade > 95% e especificidade > 95% para apendicite aguda em adultos — superior a US e clínico isolado.
Referências
- ACR Appropriateness Criteria — Right Lower Quadrant Pain.
- Eisenhauer EA et al., Eur J Cancer 2009 (RECIST 1.1).