Quando indicar
TC musculoesquelética é o padrão para fraturas complexas (acetábulo, calcâneo, escafoide), planejamento pré-operatório ortopédico, perfil torsional dos membros e lesões ósseas focais. Para tecidos moles, ligamentos e medula óssea, RM é superior.
O que avaliar
- Fraturas: traço, deslocamento, fragmentos, envolvimento articular.
- Lesões ósseas focais: matriz, padrão de margem, reação periostal.
- Superfícies articulares e congruência.
- Corpos livres intra-articulares.
- Partes moles adjacentes (limitado em comparação com RM).
Modelo interativo
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Técnica:
Aquisição volumétrica sem contraste.
Análise:
- Fraturas: ausentes.
- Lesões ósseas agressivas: ausentes.
- Estruturas ósseas: preservadas.
- Superfícies articulares: regulares.
- Derrame articular: ausente.
- Planos musculoadiposos: preservados, sem formações com efeito expansivo.
Comparação:
Em relação ao exame de não se observam alterações significativas.
Conclusão:
Exame dentro dos limites da normalidade.
Como usar
- Substitua cada [...] pela medida ou descritor do exame.
- Adapte a conclusão ao protocolo do seu serviço antes de assinar.
- Use o modelo como ponto de partida — não como substituto da revisão médica.
- Na Laudos.AI, dite os achados em fala natural e a IA estrutura o texto neste formato para revisão.
Perguntas frequentes
- Quando TC ao invés de RX para fratura?
- Suspeita clínica forte com radiografia inconclusiva (escafoide, escafoide oculto, costelas, processo coronoide), fraturas complexas para planejamento cirúrgico e avaliação de consolidação.
- Lesão lítica óssea — quando RM complementa?
- Sempre que houver suspeita de tumor primário ou metástase — RM avalia melhor o componente medular e extensão em partes moles.
Referências
- ACR Appropriateness Criteria — Acute Trauma to the Foot/Ankle/Wrist.