Na RM de próstata, domine as sequências: T2 (anatomia zonal), difusão/ADC (restrição = suspeita) e DCE (realce precoce). A zona de transição e a zona periférica têm critérios PI-RADS diferentes.
Para cólica renal na TC, use janela de osso para visualizar cálculos pequenos e avalie sinais secundários: hidrouretronefrose, borramento da gordura perirrenal, espessamento da parede ureteral.
Na avaliação de massas renais, descreva: tamanho, localização (cortical, medular, exofítica), padrão de realce em cada fase, componente cístico vs. sólido e extensão extrarrenal.
RM de pelve para endometriose requer preparo intestinal (gel ou enema). Avalie sistematicamente: ligamentos uterossacros, septo retovaginal, reto-sigmoide, bexiga e ureteres.
No US transvaginal para massas ovarianas, aplique os descritores IOTA (International Ovarian Tumor Analysis): regras simples B1-B5 (benignas) e M1-M5 (malignas) para classificação inicial.
PI-RADS 3 é a zona cinzenta — aprenda quando recomendar biópsia vs. seguimento. Fatores como PSA, volume prostático (PSA density) e localização da lesão auxiliam na decisão.
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