Domine os critérios RECIST 1.1: selecione até 5 lesões-alvo (máximo 2 por órgão), meça o maior eixo (linfonodos no menor eixo), e classifique a resposta comparando com a soma basal e o nadir.
Participe de tumor boards — a discussão multidisciplinar é onde o radiologista oncológico mais impacta as decisões terapêuticas. Prepare-se revisando o caso antes da reunião.
Aprenda a diferenciar resposta real de pseudoprogressão em pacientes sob imunoterapia. Os critérios iRECIST exigem confirmação de progressão em 4-8 semanas antes de classificar como progressão confirmada.
Na avaliação de metástases hepáticas, use TC multifásica ou RM com Primovist. Metástases hipovasculares (colorretal) são melhor vistas na fase portal; hipervasculares (neuroendócrino, melanoma, renal) na fase arterial.
Para linfomas, memorize a escala de Deauville: 1 (sem captação), 2 (≤ mediastino), 3 (> mediastino, ≤ fígado), 4 (> fígado), 5 (muito acima do fígado ou novas lesões). Deauville 1-3 geralmente indica resposta metabólica completa.
Sempre reporte achados incidentais relevantes em exames de estadiamento — o radiologista frequentemente é o primeiro a detectar complicações do tratamento (pneumonite por imunoterapia, toxicidade hepática, TEP).
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O radiologista fala os achados como pensa; a plataforma organiza estrutura, pontuação e revisão.
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