15 sistemas de clasificación estandarizados usados en radiología.
Sistema padronizado do American College of Radiology para classificação de achados em exames de imagem mamária. Universalmente adotado, o BI-RADS garante comunicação clara entre radiologistas e médicos solicitantes, estratificando o risco de malignidade e orientando a conduta clínica.
Sistema do ACR para classificação de massas ovarianas e anexiais em ressonância magnética. O O-RADS MRI estratifica o risco de malignidade de 0 a 5, orientando a conduta entre seguimento, cirurgia conservadora e encaminhamento oncológico. Utiliza características como conteúdo sólido, curva de realce e achados em difusão.
Sistema de classificação para lesões císticas renais, desenvolvido por Morton Bosniak, que estratifica o risco de malignidade com base em características de imagem. A versão atualizada de 2019 incorpora critérios de RM e simplifica as categorias. Classifica cistos de I a IV, orientando a conduta entre seguimento e intervenção cirúrgica.
Sistema de classificação radiográfica para graduação da osteoartrose (osteoartrite), desenvolvido por Kellgren e Lawrence em 1957 e amplamente utilizado até hoje. Baseia-se em achados radiográficos como osteófitos, redução do espaço articular, esclerose subcondral e cistos subcondrais. Gradua de 0 (normal) a 4 (osteoartrose grave).
Escala desenvolvida por Fisher et al. em 1980 para graduar a quantidade e distribuição de sangue no espaço subaracnoideo em TC de crânio sem contraste, após ruptura de aneurisma intracraniano. Classifica de grau 1 a 4 e é utilizada para predizer o risco de vasoespasmo cerebral sintomático, principal complicação tardia da hemorragia subaracnoidea (HSA).
Fluxo atual
Voz natural
O radiologista fala os achados como pensa; a plataforma organiza estrutura, pontuação e revisão.
Laudo estruturado
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Governança
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