Por quê? Porque o modelo estatístico deles nunca viu essas palavras juntas. "Espiculado" não existe no vocabulário de quem pede música pro Spotify.
Quando você diz "nódulo no LSD", um sistema que entende radiologia sabe que você está falando do lobo superior direito. Um ditado genérico pode achar que você está falando de... outra coisa.
O sistema conhece termos como "hiperatenuante", "hipointensidade", "BI-RADS", "LI-RADS", "TI-RADS" e sabe que são palavras reais, não erros.
Sabe que "ceco" é parte do intestino, não "seco". Que "íleo" é diferente de "óleo". Que "baço" não é "braço".
Entende que após "Técnica:" vem descrição de protocolo. Que após "Achados:" vem descrição sistemática. Que "Impressão:" é conclusão.
Se você está laudando TC de tórax, o sistema não vai sugerir termos de ressonância de joelho. O contexto restringe as possibilidades.
Fluxo atual
Voz natural
O radiologista fala os achados como pensa; a plataforma organiza estrutura, pontuação e revisão.
Laudo estruturado
Templates e campos preservam padrão por modalidade sem bloquear edição médica antes da assinatura.
Governança
A adoção real depende de acesso, auditoria, LGPD, integrações e rastreabilidade operacional.